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A CIÊNCIA DE COZINHAR COM CANNABIS

O objetivo desta publicação visa essencialmente a exploração do potencial desta planta na culinária.   É um tema tabu em Portugal , como foi tabu o direito de voto das mulheres ou a liberdade de expressão, no passado. Por isso, não só mas também, abordo o tema, não fosse a ignorância a mãe de todas as tradições. Montesquieu Nos EUA já é usado inclusivé na alta cozinha, com moderação, consciência e responsabilidade.  Afirma-se por lá também que a cannabis, no futuro, será um ingrediente banal. O texto, no jornal Observador , de Rita Cipriano, atesta isso mesmo. (o link está no fim desta publicação). Relembro que o  cultivo e a comercialização da cannabis , em Portugal, é punida com pena de prisão.  Tempo estimado de leitura: 13 minutos História breve Cannabis sativa é uma planta nativa do sul da Ásia. Já é cultivada há pelo menos 6000 anos. Foi usada, na antiguidade, para fins terapêuticos e em rituais funerários. É descrita por Garcia de Orta (médico português que...

A DOÇARIA CONVENTUAL DO SÉC.XV AO SÉC.XIX

- O que é a doçaria conventual e a popular? - Qual a importância do açúcar.  -A galinha ou o sangue animal como sobremesa?  -O doce como estatuto.  -Os hábitos das comunidades religiosas em Portugal. Estes são alguns dos temas abordados No fim está um vídeo que explica de uma forma geral as rotinas dentro destas comunidades. Castanhas de Ovos Fonte: espigadourada Segundo Virgílio Nogueiro Gomes , uma das personalidades que muito admiro e que se dedica, entre muitas outras coisas, ao estudo da história da alimentação, esclarece que não devemos confundir a doçaria conventual da popular: A popular é a doçaria pobre, confecionada em ambiente doméstico. Emprega maior quantidade de farinha e o único requinte passa pela utilização da canela. Caracteriza-se principalmente pela simplicidade. A conventual tem origem nos conventos e mosteiros, de um receituário novo e mais rico. Esta usa muito açúcar, muitos ovos, pouca farinha e mu...

CHEFE DANIEL LEAL - NOUGAT PÂTISSERIE

Tem 28 anos.    Foi para a pastelaria acidentalmente.  É contra a industrialização da pastelaria.  Duas breves passagens por Paris e Barcelona. Actualmente escolheu, com coragem, instalar-se em Paços de Ferreira.  Dá azo à sua imaginação na Nougat Pâtisserie e conta-nos como tem sido a sua experiência nas linhas que se seguem. Deixa a lição, como amuse-bouche:  " Se se  pecar  que seja por comer algo muito doce, mas nunca artificial." Tempo estimado de leitura: 11 min Fotografia: Pedro Machado Photographer  Quem é o Daniel Leal em duas palavras?  DL - Sonhador e humildade Porquê pastelaria?  DL - Mentia se dissesse que foi algo que sempre sonhei. Comecei muito novo e, como a maioria dos rapazes, sonhava ser alguém no futebol ou na educação física. A pastelaria surgiu por acaso. Procurava trabalho e deram-me a oportunidade. Guloso como sou sentia-me como um peixe na água, mas penso ...

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